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"Princesa do Dão" - Arquivo FOTO RIBEIRO

Noticias de Santa Comba Dão

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sexta-feira, 28 de Março de 2008

Hora de Ajudar os que mais Merecem: Bombeiros Voluntários de Santa Comba Dão!!!


segunda-feira, 24 de Março de 2008

E depois queixam-se de que muitos portugueses tenham saudades de Salazar

A agressão a uma professora no Porto, em plena sala de aula, por uma "pita" histérica, faz com que muita gente pense que, no tempo de Salazar isto era impensável.
E até é verdade.
No tempo da "velha senhora" do Vimieiro, os professores estavam num estrado, bem distantes dos alunos.
Passámos do 8 (tempo das temiveis réguadas) ao 80...
Onde vamos parar??
E depois criam estatutos para os alunos, os quais podem faltar às aulas e passar de ano na mesma.
Aos pontos que este "simplex" país chegou...

Homem conduzia em Sta Comba Dão com 3,35 de taxa de álcool

A GNR de Santa Comba Dão deteve um homem de 40 anos por conduzir um carro, numa estrada municipal de Óvoa, com uma taxa de alcoolemia de 3,35 gramas por litro de sangue.
A mesma fonte disse à Agência Lusa que o homem, residente na zona de Tábua, foi apanhado perto das 17:00 de sábado, durante uma operação de fiscalização.

"Notava-se que estava alcoolizado, mas não estava a cair", contou.

A taxa máxima de álcool no sangue permitida por lei é de 0,49 gramas por litro de sangue.

Diário Digital / Lusa

terça-feira, 18 de Março de 2008



Festival de teatro/2008


domingo, 16 de Março de 2008

Descubras as diferenças

O PS de Soares ....
O PS de Socrates....

Fail - A ilha vulcão

Marina do Fail - Pinturas

Alegre recusa celebrar três anos de Governo


Alegre diz que manifestações "ultrapassam PC" Manuel Alegre considera que a contestação social "ultrapassa em muito" as mobilizações partidária e reflecte um "mal-estar muito mais profundo" do que se imagina.
"Os aparelhos partidários não conseguem perceber o que se passa com as pessoas. Isto [as manifestações] ultrapassa muito os partidos. Vai muito além do PCP", diz o ex-candidato presidencial . Que acrescenta uma frase enigmática, podendo querer dizer que no seu entender há espaço para representar quem hoje não se sente representado: "O que eu sei é que a política, como a natureza, tem horror ao vazio." Ou por outras palavras: "As pessoas que hoje vão às manifestações não estão satisfeitas nem com o Governo nem com a oposição." Hoje Manuel Alegre faltará ao comício com que, no Porto, o PS celebrará três anos do seu governo. Não explica a ausência ("não tenho que dar explicações"). Mas contesta vivamente quem considera que o actual momento político está bipolarizado entre o PS e o Governo, por um lado, e o PCP e os sindicatos, por outro. "Isso é redutor, é uma visão redutora alimentada por alguns políticos e por alguns jornalistas". Foi Vital Moreira, o mais militante dos apoiantes independentes do PS, quem, no seu blogue, Causa Nossa, ressuscitou o fantasma do confrontos entre o PS e o PCP nos anos idos do Período Revolucionário Em Curso (vulgo, PREC): "Não creio que [para o PS] seja inevitável, nem sequer desejável, desencadear um 'confronto com o PCP' à maneira de 1975." Alegre contesta esta visão e sublinha que "quem diz isso não sabe o que diz". "O PREC [Período Revolucionário em Curso] foi um momento revolucionário. Quando havia uma manifestação com cem mil convocávamos outra com outros cem mil. Ou mais. Não é isto." Falando ao DN, o politólogo António Costa Pinto também contestou que o momento político seja uma espécie de regresso ao passado do PREC. Por isso censura o discurso de "estigmatização do PCP" que, no seu entender, tem vindo a ser "alimentado por algumas elites do PS" Para o politólogo, a iniciativa de um comício organizado pelo PS para celebrar os três anos de Governo é errada. "Concordo com quem diz que é muito defensiva", diz, acrescentando que "o eleitorado do PS não é muito sensível à ideia" de comícios. De acordo com o mesmo opinion-maker, o que o PS está a fazer é "alienar" votos à sua esquerda, sendo isso no seu entender "indispensável" se o objectivo for renovar a maioria absoluta em 2009. "Se o PS quiser a renovação da maioria absoluta vai ter de se reconciliar com o núcleo duro do seu eleitorado", afirmou. A ideia do PS de celebrar a governação com um comício - inicialmente esteve pensado um jantar, desmarcado porque coincidia no dia com a "marcha da indignação" dos professores - tem sido contestada pela ala esquerda do PS. Medeiros Ferreira, afastado nas últimas legislativas da Assembleia da República, disse no seu blogue (bichos-carpinteiros.blogspot.com) que o partido "fez mal em responder com um comício às manifestações de rua dos professores". Já no Diário Económico, Pedro Adão e Silva, ex-membro da direcção do PS no tempo de Ferro Rodrigues, admitia a sua "perplexidade" com a iniciativa. "No momento de mais intensa contestação de rua à sua acção, o Governo procure responder à rua com rua. (...) Só pode ser vista como sinal de alguma desorientação". No artigo, o ex-dirigente argumentou que só em momentos excepcionais o PS foi um partido de massas.

In Diário de Noticias

Bastonário dos advogados adverte para risco de "justiça pelas próprias mãos"


O mapa judiciário foi aprovado ontem pelo Conselho de Ministros prevê a conversão das 230 comarcas existentes em 35 tribunais regionais, devendo esta mudança iniciar-se em Setembro com uma experiência-piloto em três das futuras circunscrições: Baixo Vouga, Lisboa-Sintra e Alentejo Litoral.
"Deve haver um tribunal em cada sede de concelho. Um tribunal é um órgão de soberania. Tememos que se esteja a fazer com os tribunais o mesmo que se fez com o encerramento dos centros de saúde", afirmou António Marinho Pinto no final de uma audiência com o secretário-geral do PCP, na sede do partido, em Lisboa. Para Marinho Pinto, os tribunais e a justiça "são símbolos de soberania nacional e devem ser reforçados" nas regiões do interior, por exemplo, "e não abandonados". As consequências, avisa, "são graves porque há sinais muito preocupantes de que se está a regressar a formas muito primitivas de administrar a justiça" - a "justiça pelas próprias mãos". "Neste momento há muitas pessoas presas por terem feito justiça pelas próprias mãos. Há uma cultura de descongestionar, fechar tribunais e as pessoas ficam desprotegidas e têm tendência para fazer justiça pelas próprias mãos", avisou. Para o bastonário, "tem que haver sinais claros da parte do Governo que a justiça é feita pelo Estado" - "se não voltamos à barbárie". Populações do interior prejudicadas O Governo espera ainda obter um "consenso alargado" no Parlamento sobre o mapa judiciário aprovado ontem pelo Conselho de Ministros, disse o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira. Para Marinho Pinto, um dos aspectos preocupantes é a redução das comarcas, pelo que isso significa para as populações, nomeadamente do interior, obrigadas, em alguns casos, "a fazer centenas de quilómetros para ir a um tribunal". "As pessoas que não têm meios de transporte privados são, de facto, afastadas da justiça", advertiu o bastonário no final de um encontro de cumprimentos com a direcção do PCP. Marinho Pinto e Jerónimo de Sousa concordaram existir hoje "uma justiça de classe", quando "o acesso à justiça é um direito constitucional", nas palavras do líder comunista.

In Público

quarta-feira, 12 de Março de 2008

Música de Domingos - The Cure-Friday I'm In Love

Ontem os lendários The Cure encheram o Pavilhão Atlantico. Mais uma vez demonstram que, tal como muitos outros dos anos 80 continuam em forma.
Esta música foi naturalmente a mais aplaudida.

Música de Domingo

Anos 80 de na moda...
Esta semana Brian Adams esteve em Portugal, tal como hoje os The Cure, com casa cheia. Rod Stuwart estará no Rock in Rio.
Hoje foi anunciado um concerto em Portugal de uma velha grande banda dos anos 80,da qual ja nem me lembra, os ZZ TOP:

segunda-feira, 10 de Março de 2008

Quando a democracia se arrasta….


Hoje vivemos momentos difíceis. Por muita cosmética que se tente colocar para disfarçar o assunto, a crise da democracia portuguesa é um dado adquirido. A economia sufoca-nos com impostos. Os combustíveis não param a escalada de preços. Os cereais não param de subir. O desemprego chegou a níveis assustadores. As empresas fecham às centenas. O estado é o pior empregador, prova disso é o caso dos enfermeiros. Os salários são miseráveis. As reformas deprimentemente baixas. Os nossos licenciados acabam em caixas de supermercados. A saúde concentra-se apenas nas grandes cidades. As escolas do interior já estão encerradas e dotadas ao abandono. A educação está como está. A justiça está pelas ruas da amargura. Ninguém paga a ninguém. Quem quer ver realizado um credito, tem que pagar incompreensíveis taxas, para quem sabe, um dia, poder recuperar tal quantia. Há um sentimento de impunidade. O crime violento, tipo de filme americano é uma realidade.
Pior que tudo isto é que não há esperança no futuro. O Governo é contestado mas, como bem disse Luís Filipe Meneses, o PSD ainda não merece ser governo, havendo neste momento uma vazio politico difícil de preencher. As câmaras deitam dinheiro à rua tantas vezes em obras desnecessárias. A corrupção corrói o sistema democrático, contando-se pelos dedos as condenações pela prática de tal crime. O pequeno comércio acabou. As pequenas cidades, como a nossa, têm sofrido uma elevada redução de transeuntes, mais parecendo cidades fantasmas.
Confesso que estou a ficar deveras preocupado. Reza a história que foram situações destas que deram origem a muitas ditaduras.
Além disso, Portugal neste momento faz-me lembrar os últimos tempos da Monarquia no início do Séc. XX: o povo vive na miséria enquanto os políticos vivem num mundo de luxo, de passadeiras vermelhas e veículos topo de gama.
O futuro a Deus pertence. Mas uma coisa também é certa: demonstra a história que os regimes, sejam eles Repúblicas, Ditaduras ou Monarquias não são eternos.

Um pulmão verde para a cidade


O largo da antiga feira, no centro da cidade, junto à Avenida Sá Carneiro, continua vazio, sendo que tudo indica que será preenchido com betão e prédios.
Uma pena. Quando olho para aquele espaço, visualizo no mesmo um grande parque verde da cidade, um grande pulmão verde. Quem bem ficaria ali um parque verde, com árvores frondosas, com relva, flores, bancos de jardim, com um parque infantil, um circuito de manutenção ou até um campo sintético para a prática de desporto como ténis ou outros.
Tal espaço poderia ser um centro de vida da nossa terra, onde crianças brincariam, onde jovens conviveriam ou praticariam desporto ou onde os nossos idosos pudessem passar o seu tempo.
Porque uma cidade não é apenas betão. Porque a qualidade de vida passa por uma cidade harmoniosa, onde haja um equilíbrio entre o edificado e o espaço verde, seria de bom tom repensar tal espaço.
Aqui fica uma modesta sugestão a quem de direito.

sábado, 8 de Março de 2008

Para Ler e Meditar

“ Está na moda falar mal dos governos de Guterres. Pois eu fico a cismar sobre o comportamento desses críticos, caso haja um regresso organizado de Guterres à ribalta política nacional”
Medeiro Ferreira, In Correio da Manhã

Para Ler e Meditar

"Em Belém, o meu marido ganhava menos que um secretário de Estado".
Manuela Eanes, Ex-primeira-dama
in Unica

Para Ler e Meditar

Com esta reportagem cai por terra toda a cruzada motiva pelo CDS e pelo PSD contra a ASAE.
Ainda bem que a mesma existe e diga-se é um mérito de José Socrates.