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"Princesa do Dão" - Arquivo FOTO RIBEIRO

Noticias de Santa Comba Dão

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sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Joana Amaral Dias confirma convite

No dia em regressou Portugal, Joana Amaral Dias garantiu ao Expresso que foi mesmo convidada por Paulo Campos, secretário de Estado das Obras Públicas, para integrar a lista do PS pelo círculo de Coimbra.

Esta versão, noticiada em primeira-mão pela revista "Visão", foi imediatamente desmentida por Paulo Campos. Mas ontem, Joana Amaral Dias confirmou ao Expresso que "houve esse convite, foi sério, insistente e eu declinei".

O governante sustentou que teve "contactos pessoais e privados", mas negou ter formulado qualquer convite. No entanto, disse que deu "conhecimento dos contactos pessoais à direcção do PS". Negou, igualmente, ter "proposto qualquer lugar no Governo ou em qualquer outra função do Estado".

"Desminto que me tenha encontrado com o Paulo Campos, só falámos ao telefone", acrescentou a militante do Bloco, que esteve toda a semana no estrangeiro com o telemóvel desligado: "Na passada sexta-feira confirmei a notícia à comunicação social, ainda falei com Mário Soares, que estava a par do convite, e depois tive que desligar o telemóvel e apanhar o avião".

Joana Amaral Dias não levou sequer a sério um eventual convite para a presidência do Instituto das Drogas e da Toxicodependência, que também terá sido falado na conversa com Paulo Campos. "Esses convites só fazem sentido quando são feitos pela tutela".

A questãio foi suscitada, sábado, dia 25, por Francisco Louçã, que acusou José Sócrates de fazer "tráfico de influências". No dia seguinte, Sócrates desmentiu ter convidado ou pedido a alguém que convidasse a ex-dirigente do BE.

Joana Amaral Dias foi afastada da direcção do Bloco no último Congresso, culminando um processo de divergência que começou quando aceitou ser mandatária da juventude de Mário Soares nas eleições presidenciais em que Francisco Louçã também era candidato. Nestas legislativas, o PS conseguiu recrutar para as suas listas Miguel Vale de Almeida, ex-dirigente do BE .

IN EXPRESSO

Manuel Alegre denuncia "retaliação política"

Manuel Alegre não tem dúvidas que "houve retaliação política" por parte da direcção do PS, ao constatar que nem um dos seus apoiantes figura nas listas de candidatos às legislativas de 27 de Setembro.
"Todos os que me apoiaram ficaram de fora. Politicamente não estou representado nestas listas. O PS vai gravemente mutilado às eleições", afirma ao Expresso o histórico socialista, garantindo que este facto condiciona, "naturalmente", a sua participação na campanha.
Embora ressalve ter "alguns amigos em posição de destaque" entre os candidatos, referindo-se a Alberto Martins, António José Seguro, Vera Jardim e Maria de Belém, Manuel Alegre lamenta que nem um dos seus apoiantes do Movimento de Intervenção e Cidadania ou da corrente Opinião Socialista (que edita a revista Ops) tenha sido convidado pela direcção do PS para fazer parte da próxima bancada parlamentar socialista.
Apesar de reconhecer que não negociou lugares para ninguém, Alegre confessa ter alimentado a esperança de que pelo menos José Faria Costa e João Correia, que ainda foram ouvidos para a elaboração do programa eleitoral, fossem convidados.
"Ao ficarem de fora, perdem a possibilidade de dar o seu contributo", diz o vice-presidente da AR, que regista a predilecção do PS por "escolhas de puro espectáculo" como a do ex-bloquista Miguel Vale de Almeida
IN EXPRESSO

Sondagem: PS e PSD taco-a-taco

PS e PSD registam um empate técnico, quando faltam dois meses para as eleições legislativas, revela uma sondagem Renascença/SIC/Expresso que ainda destaca o aumento no número de indecisos.
Outra novidade é a perda de popularidade de Cavaco Silva que este mês cai quase cinco pontos percentuais.
Se as eleições de realizassem hoje, o PS registaria 33 por cento dos votos, menos 2,1 por cento em relação ao mês anterior, e o PSD 31,1 por cento, menos 1,9.
Os dois maiores partidos mantêm a tendência de descida, mas os social-democratas encurtam a distância para os socialistas.
Já o número de indecisos chega aos 22,8 por cento, mais 3,3 por cento em relação a Junho.
De acordo com o estudo realizado pela Eurosondagem, os partidos sem representação parlamentar, os votos brancos e nulos atingem os oito por cento.
Julho foi um bom mês para o CDS/PP que regista uma subida de 1,1 por cento, com 8,5 pontos percentuais.
À esquerda, o Bloco reforça o estatuto de terceira força política, com 10 por cento das intenções de voto, somando mais quatro décimas. Já a CDU obtém 9,4 por cento, subindo três décimas.
Paulo Portas escapa à regra da descida de popularidade da classe política .
O primeiro-ministro José Sócrates cai 2,6 por cento cabendo a maior queda ao Presidente da República que cai 4,8 por cento. Estudo de Opinião foi realizado de 23 a 28 Julho de 2009. O Universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. O erro máximo da Amostra é de 3,04 por cento, para um grau de probabilidade de 95 por cento.

terça-feira, 28 de Julho de 2009

Uma marginal Santa Comba Dão – Granjal

As eleições autárquicas vêm aí. Os partidos já andam a trocar acusações mútuas nos jornais. Contudo, o que verdadeiramente interessa são as propostas que cada um dos mesmos tem para apresentar.
Gostava que os partidos começassem a apresentar propostas, para que os eleitores as pudessem analisar e escolher devidamente em quem votar.
E falando de projectos, há uma obra que eu imagino e que provavelmente tornaria Santa Comba Dão uma polis perfeita.
Imagine o leitor uma marginal entre Santa Comba Dão e o Granjal.
Uma marginal semelhante à da Figueira da Foz, com uma grande calçada para possibilitar boas caminhadas, estacionamentos à saída de Santa Comba Dão e à entrada do Granjal. Uma marginal com árvores que tornassem a zona fresca, com bancos de jardim para contemplar a paisagem, com iluminação para que as pessoas pudessem caminhar também de noite.
Seria uma obra impar na região, e viria complementar a futura eco pista do dão.
Fica aqui a sugestão

sábado, 25 de Julho de 2009

Para ler e meditar

«De mim nunca disseram que não era licenciado, ou que fiz quatro cadeiras com o mesmo professor, ou que me licenciei num domingo»
Santa Lopes, In Jornal i

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Sondagem: Costa bate Santana

Quase dez pontos percentuais separam as duas principais candidaturas à Câmara Municipal de Lisboa, numa projecção realizada a três meses das eleições autárquicas. Assim, se as eleições fossem hoje, António Costa teria 46,4 por cento e 37,8 para Santana Lopes.
Os números são obtidos depois da habitual distribuição proporcional por todas as listas concorrentes, dos eleitores que a esta distancia ainda não decidiram o seu sentido de voto. Este é um dado relevante, uma vez que são 26,4 por cento os que não sabem ou não respondem à pergunta sobre em quem vão votar a 11 de Outubro.
Seguindo o mesmo método, Luís Fazenda do Bloco de Esquerda ultrapassa Ruben de Carvalho da CDU nas intenções de voto, uma tangente de 8 por cento para o Bloco e 7,8 para a coligação PCP/Verdes.
Usando a mesma amostra de 647 entrevistas telefónicas a eleitores lisboetas, mas questionados sobre as intenções de voto nas legislativas, verifica-se que não há uma transposição idêntica de respostas, ou seja, do mesmo leque de entrevistados sai um resultado diferente quando confrontados com o acto eleitoral de 27 de Setembro.
Por poucas décimas, o PSD fica à frente, com 25,4 por cento. Já o PS fica-se pelos 25,2, o que na pratica equivale a um empate técnico.
O Bloco passa por larga margem a terceira força politica, 8,3 por cento das intenções de voto, com menos de metade fica-se a CDU com 3,4. OCDS-PP é o quinto partido, não chega aos dois por cento das preferências, num conjunto de respostas em que os indecisos ou que declaram não votar são 35,1 por cento.
Esta sondagem da Intercampus para a TVI teve lugar entre os dias 17 e 21 deste mês, foram entrevistados apenas cidadãos residentes em Lisboa.
O intervalo de confiança é de 95 por cento, o erro de amostragem de cerca de 3,85 por cento.
in TVI 24

sábado, 18 de Julho de 2009

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quinta-feira, 16 de Julho de 2009

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sábado, 11 de Julho de 2009

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quarta-feira, 8 de Julho de 2009

AC/DC - a inspiração de Manuel Pinho


terça-feira, 7 de Julho de 2009

José Sócrates em maré de azar

As eleições europeias foram um verdadeiro terramoto político. Com efeito, contrariando as sondagens, o PSD venceu tal acto eleitoral. Aliás havia uma única sondagem que dava a vitória ao PSD: a sondagem da TSF.
Confesso, que já espera que as coisas corressem mal para o PS. Com efeito a lista de candidatos era, no mínimo cinzenta. Um excelente professor de direito, independente, mas que cultivava vários ódios antigos no PCP e que veio a defender ideias completamente opostas ao PS. Além disso, um ex ministro da saúde, malquerido em muitos concelhos, e o pior que tudo, duas candidatas ao Parlamento Europeu e simultaneamente candidatas a duas Câmaras. Estavam juntos os ingredientes para o desaire eleitoral que se viu e a segunda derrota pessoal de Sócrates, que escolhera Vital Moreira. Sim segunda derrota pessoal, porque a primeira foi a escolha pessoal de Mário Soares para candidato presencial em 2006.
Por outro lado, Paulo Rangel, era um mistério a nível de conversão em votos, mas tinha a seu favor o facto de ser uma estreia em campanha e o facto de ser uma cara nova.
Com efeito, a grande campanha estampada em grandes cartazes regularmente substituídos pelo país não foi suficiente para que o PS afirmasse as suas ideias.
Depois das eleições, Sócrates adoptou uma postura já apelidada de “cordeirinho”. Contudo, tal postura, possivelmente se tivesse sido tomada antes das Europeias, o resultado teria sido outro. Tal mudança de postura, foi alvo de acusações pela oposição que logo disse que foi forçada e pouco sincera, tendo-lhe valido a perda do primeiro debate parlamentar após as eleições.
Seguidamente, tivemos a semana passada o segundo debate, o qual até estava a correr bem a Sócrates. Só que o gesto lamentável de Manuel Pinho colocou tudo a perder. Tal gesto de insólita falta de respeito pela casa da democracia foi relatado em todos os jornais, televisões e sites do mundo inteiro. Naquela dia, aquele parlamento, parecia um parlamento dos países asiáticos, em que muitas vezes as coisas são resolvidas à pancada. Mas, antes do gesto, há muito que, enquanto Sócrates discursava, aquele ministro barafustava com os membros do PCP. Aquilo parecia uma sala de aula, onde um professor dá a aula e os alunos estão todos na conversa até que, a certa altura, há algum que faz um grande disparate e é expulso.
Mas o azar de Sócrates não ficou por aqui. Esta semana, o PS decidiu que os candidatos às Câmaras Municipais, não poderão ser candidatos a deputados. Ora, com cartazes de candidatos a autarcas na rua, tal facto, foi um verdadeiro temporal, com muitos candidatos a acusarem o partido de mudar as regras a meio do jogo, sendo certo que, ao que parece, tais candidatos o que queriam era um lugar, fosse ele numa Câmara ou no Parlamento. E com isto, vimos o PS a discutir lugares e não ideias.
Pessoalmente, até concordo com tal medida, a qual dignifica a politica, só tenho pena é que tal medida não tenha sido, adoptada nas Europeias, o que sempre pouparia as criticas dos partidos da oposição.
Esta semana, para mais azar de Sócrates, Manuel Alegre veio defender a eficácia retroactiva de tal decisão, defendendo que Ana Gomes e Elisa Ferreira, eleitas para o Parlamento Europeu e simultaneamente candidatas respectivamente às Câmaras de Sintra e do Porto escolhessem e renunciassem ao cargo do Parlamento Europeu ou às candidaturas autárquicas. Nada mais acertado!
Com todo este azar que acabou de vez com o mito do PS invencível, como já disse Marcelo Rebelo de Sousa, se José Sócrates tem mais duas semanas assim, arrisca-se mesmo a perder as eleições, sendo certo que a última sondagem já coloca o PSD à frente nas intenções de voto.

O falecimento do rei da pop

Há pessoas que se destacam na música por serem verdadeiramente fora se série. Essas pessoas, muito poucas marcam gerações. De facto, os anos 80 foram musicalmente fora de série, com grandes nomes e grandes bandas que ainda hoje, passados tantos anos continuam a encher estádios.
Mas desses muitos vultos dos anos 80, cuja qualidade musical ainda hoje é apreciada, há alguns que se destacaram por serem verdadeiramente brilhantes e verdadeiros animais de palco: é o caso dos Queen, da Tina Turner, da Madonna ou do Michael Jackson.
Não há dúvida que, principalmente estes, marcaram gerações. Os Queen ainda hoje passados quase 20 anos da morte de Freddie Mercury continuam a passar diariamente nas rádios. A Tina Turner terminou recentemente uma digressão mundial que encheu estádios vários dias nas várias cidades por onde passou (pena, não tão visitado Portugal).
E não há dúvida que os anos 80 estão mesmo na moda. Grandes bandas e grandes interpretes, voltam aos grandes concertos. É o caso de Madona, Tina Turner, AC/DC, The Eagles (que actuarão brevemente em Portugal), The Cure ou até os Roxette que preparam o seu regresso.
É que estas pessoas continuam a ter os seus fãs, que continuam a ouvir os seus discos e a ver os seus vídeos.
Neste contexto, Michael Jackson preparava o seu regresso com uma digressão mundial e a edição de dois novos discos. Na verdade, tal cantor foi um dos grandes ícones dos anos 80 e 90. Com a sua música e a sua dança, rapidamente se tornou um exemplo de um estrondoso sucesso, tendo o álbum “Triller” sido o mais vendido da história da música.
Afastado dos palcos desde 1993, o regresso parecia ser glorioso. Contudo, a morte repentina no passado dia 25 de Junho, colocou tudo por terra. O anúncio da morte do cantor fez com que a internet perdesse velocidade dado o número de acessos em busca da confirmação da triste noticia. As televisões trataram-no como ele bem merecia, com reportagens, entrevistas etc., sendo o seu funeral um dos directos mais vistos do mundo, batendo mesmo o funeral de Kenedy ou da princesa Diana.
Infelizmente, Michael ultimamente já aparecia bastante debilitado fisicamente, pois que se havia submetido a inúmeras cirurgias plásticas que culminaram na sua mudança de cor de pele,.É certo que da sua música não surgiu nenhum “hino” como “We are the champions” dos Queen, “The best”, de Tina Turner, ou “The final countdown” dos Europe, mas uma coisa é certa, tal como os Queen, Jackson seguramente que continuará a ser ouvido diariamente nas rádios e a vender milhões de discos

Alegre pede renuncia de eurodeputadas

Manuel Alegre concorda com Sócrates na proibição às duplas candidaturas no PS, escreve o «Diário de Notícias», na edição desta terça-feira.
O Partido Socialista anunciou, na sexta-feira à noite, que os candidatos a Presidente de Câmara e a deputado devem optar por um dos cargos. O vice-presidente do Parlamento concorda com a proibição e vai mesmo mais longe. Manuel Alegre considera que a imposição deve actuar retroactivamente e afectar as eurodeputadas já eleitas.
Em causa está a candidatura da eurodeputada Ana Gomes que é candidata à Câmara de Sintra e da Eurodeputada Elisa Ferreira, candidata à Câmara do Porto.
«Acho que é uma atitude pedagógica e exemplar. Acho mesmo que Ana Gomes e Elisa Ferreira devem, escolher: ou renunciam já aos mandatos de eurodeputadas ou renunciam às candidaturas autárquicas. Que escolham!», afirmou Manuel Alegre ao «Diário de Notícias».
Proibição de duplas candidaturas incomoda
«É uma questão de transparência para que os eleitores saibam em quem estão a votar», acrescenta Alegre ao mesmo jornal.
De acordo com o «Diário de Notícias», Manuel Alegre terá tido influência na decisão do PS em proibir as duplas candidaturas.
IN TVI 24

segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Costa e Santana empatados em Lisboa

O socialista António Costa e o social-democrata Pedro Santana Lopes aparecem tecnicamente empatados nas projecções de voto para as autárquicas em Lisboa, separados por apenas um ponto percentual. Segundo a sondagem do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica para a RTP, Antena 1, JN e DN, o socialista António Costa, actual presidente da autarquia, consegue 38 % das intenções de voto e Pedro Santana Lopes que encabeça a coligação «Lisboa com sentido», que congrega o CDS, MPT e PPM arrecada 37%.
O Bloco de Esquerda, cuja lista em Lisboa é liderada por Luís Fazenda, passa a terceira força na capital com 9% das intenções de voto, deixando a lista da CDU, liderada pelo actual vereador comunista Ruben de Carvalho, na quarta posição, com 7% nas intenções de voto.
Nas eleições intercalares de 2007, a CDU conseguiu eleger dois vereadores e o BE apenas um, o candidato independente José Sá Fernandes, que acabou já este ano em rota de colisão com o partido que o elegeu.
O Movimento Cidadãos por Lisboa, liderado por Helena Roseta, surge logo a seguir à CDU, ao conseguir nesta projecção de voto os 6 %. Apenas 3% dos inquiridos não quiseram ou não souberam apontar em que força ou candidato tencionam votar nas próximas eleições autárquicas em Lisboa.
Quando confrontados com os nomes dos candidatos, em vez das siglas partidárias, os lisboetas mudam a resposta. António Costa continua à frente de Santana depois de 30% dos inquiridos pela Universidade Católica o terem apontado como a pessoa mais qualificada para dirigir a CML, enquanto o adversário é escolhido por 27%. A arquitecta Helena Roseta é a terceira candidata mais bem-vista pelo eleitorado na capital e a uma distância muito significativa de Ruben de Carvalho (4%) e de Luís Fazenda (3%).
Estes últimos dados, por comparação com a intenção de voto expressa nas várias forças políticas concorrentes à Câmara de Lisboa, indica que o eleitorado ainda segue, mesmo nas autárquicas, mais a cor do partido ou partidos com que se identifica do que as figuras que entende mais indicadas para a função de autarca.
in IVI 24

sexta-feira, 3 de Julho de 2009

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Último ensaio de Michael Jackson, dois dias antes de falecer

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

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