Santa Comba Dão.... Fica para sempre na memória de quem nos visita

Aldeias de Santa Comba Dão (em construção)

"Princesa do Dão" - Arquivo FOTO RIBEIRO

Noticias de Santa Comba Dão

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sexta-feira, 30 de Novembro de 2007

Auto-estrada Mealhada-Viseu em consulta pública

Inicia-se hoje o processo de consulta pública do troço da A24 Mealhada-Viseu, que, no projecto, deixa de fora, como se previa, uma ligação directa à cidade de Coimbra, usando o traçado mais apetecível, a norte da Serra do Buçaco

A consulta pública do projecto da auto-estrada que vai ligar a A1 à A25, em Viseu, inicia-se hoje e decorre durante 39 dias úteis, até 25 de Janeiro de 2008, estando o documento disponível para consulta na Agência Portuguesa do Ambiente, em Lisboa, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, em Coimbra, e nas câmaras municipais de Cantanhede, Anadia, Mealhada, Mortágua, Santa Comba Dão, Tondela e Viseu.
Como já estava previsto, o distrito de Coimbra fica fora desta empreitada, à excepção de Cantanhede, pela simples razão de que o nó da A1 fica situado na freguesia de Sepins, desfazendo-
-se qualquer esperança remota de duplicação do IP3, à semelhança do que aconteceu na ligação entre Aveiro e Vilar Formoso.
Ganha, assim, a tese que defendia a continuação do traçado do IC 12 até à Mealhada, ao invés da reformulação do actual IP3 até Coimbra, passando pela zona de Penacova, onde chegou a ser estudada a hipótese de perfurar o maciço da Serra do Buçaco para vencer o acidentado do terreno.
Assim, o traçado que agora está em consulta pública compreende a ligação à Auto-estrada do Norte, na freguesia de Sepins, Cantanhede, seguindo depois a Norte da Serra do Buçaco, passando pelo concelho de Anadia (freguesias de Tamengos, Aguim e Vila Nova de Monsarros), no concelho da Mealhada, a nova auto-estrada passa pelas freguesias de Ventosa do Bairro, Antes, Mealhada, Vacariça e Luso, enquanto que em Mortágua, atravessa os territórios de Trezoi, Espinho, Pala, Vale de Remígio e Sobral.
A vila de Mortágua será servida por um nó, seguindo a estrada em direcção a Santa Comba Dão, concelho que será atravessado nas freguesias de Couto do Mosteiro, São Joaninho, Treixedo e S. João de Areias.
Daqui até Viseu, o traçado confunde-se com o actualmente usado pelo IP3, passando pelo concelho de Tondela (freguesias de Tourigo, Barreiro de Besteiros, Molelos, Castelões, Nandufe, Vilar de Besteiros, Canas de Santa Maria, Mosteiro de Fráguas, Sabugosa e São Miguel de Outeiro. Já no concelho de Viseu, é atravessado o território de Farminhão, Fail, e Vila Chã de Sã.
O traçado agora proposto deixa claro que, uma viagem de Viseu a Coimbra por auto-estrada acaba por não ser o mais directo, implicando a entrada na A1, na zona da Mealhada.
A mesma opinião tem o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, que, apesar de considerar que o conselho fica bem servido, acha, em termos pessoais, que a ligação a Coimbra não é tão directa como poderia ser.
João Lourenço disse ontem ao nosso jornal que «o traçado proposto não representa qualquer tipo de problema para Santa Comba Dão, apesar do nó estar previsto para Mortágua», frisando que «para nós é óptimo, porque acabamos por ter duas auto-estradas (considerando o IC12)».
in Diário de Coimbra

terça-feira, 27 de Novembro de 2007

Caça Às bruxas no PCP

A caça Às bruxas continua no PCP. Na verdade, longe vão os tempos em que este era um partido democrático. Acassete continua desde o 25 de Abril, e o PCP não mudou nem se adaptou aos novos tempos. Continua um partido retrógrado e cinzento.
Quando alguns tentaram dar uma lufada de ar fresco, com a chamada ala renovadora, iniciou-se uma verdadeira caça às bruxas.
Começou com João Amaral, um homem bom, um comunista convicto, sensato e sabedor das necessidades vitais do partido. Este morreu com o desgosto de ter sido afastado do partido e das causas porque sempre lutou.
Seguidamente, a vitima foi Carlos Brito, o qual havia sido candidato à Presidencial da Republica por tal partido.
Agora foi a vez de Luísa Mesquita, uma conhecida e dinâmica deputada. Há muito que a direcção do Partido desejava que a mesma abandonasse o cargo de deputada, para o qual foi eleita pelo povo. Ora isto de democrático não tem nada sendo ainda mais censurável quando parte de um partido que gosta de dar lições de democracia.
Como Luísa Mesquita não abandonou o cargo (e muito bem), foi simplesmente expulsa do PCP, por e-mail e carta registada.
No mínimo, lamentável para um partido que tanto gosta de apontar o dedo aos demais.

MONOMENTO AO BOMBEIRO (Comissão de Angariação de Fundos)

Como muitos de nós temos visto, o painel electrónico da Câmara Municipal de Santa Comba Dão implantado no Largo do Balcão, bem no centro da cidade, convida-nos a entregarmos os nossos donativos nas sedes das Juntas de Freguesia. Agradecemos esta ajuda da nossa Câmara, mas também agradecemos a todos que o possam fazer que não se esqueçam daquele pedido.
O tempo passa inexoravelmente e é já no fim do ano corrente que nos serão entregues os restantes trabalhos artísticos do nosso “MONUMENTO AO BOMBEIRO”.
Assim e para que possamos ter um trabalho que louve o nosso “BOMBEIRO” mas também a nós e a nossa Terra, precisamos se saber com o que podemos contar.
Precisamos de juntar todos os donativos e, claro, tanto será melhor a obra de arte, que pretendemos pôr na rotunda defronte ao Quartel dos Bombeiros, como tanto será o valor total das doações entregues.
Portanto, mais uma vez apelamos que não se esqueçam desta nobre campanha, e assim que puderem entreguem o que for possível para que possamos concretizar este sonho. Um sonho que foi de um dos nossos, que infelizmente já não está entre nós, mas nós queremos honrar o compromisso de o concretizar.
A comissão

UM POUCO DE HISTÓRIA DE SANTA COMBA DÃO

Tive acesso a alguns jornais que se publicaram em Santa Comba Dão, que li e reli, e fiquei impressionado com o valor dos escritos e sobretudo pela vasta poesia inserida, principalmente pelo jornal mais antigo.
E o mais antigo era:
A MOCIDADE - Quinzenário Literário e Noticioso – Redacção e Administração, Largo do Município S.C.Dão; – Editor, José Marques de Matos; – Director e Proprietário, Pedro’Almeida; - Composição e Impressão, Tipografia da Beira, Santa Comba Dão.
Neste velhinho jornal, já muito amarelecido e a desfazer-se, folheei números de 1910, ano da Implantação da República, desde os meses de Maio a Dezembro desse ano, mas também alguns números de 1911.
Também tive acesso ao SUL DA BEIRA, 26 de Maio de 1918 – 30 de Junho de 1918 e 4 de Agosto de 1918, cujo proprietário era António Ferreira Viegas; Administrador, António José Gonçalves; Director e Editor, César Anjo; Secretariado de Redacção, Casimiro A. Neves.
Para terminar li o jornal – A BEIRA, de 19 Junho de 1921, cujo fundador foi Dr. José Henriques Gomes; Director e Editor, José Borges da Gama; Composição e Impressão, TIPOGRAFIA DA BEIRA em Santa Comba Dão.
Um pouco de história também é salutar e principalmente para os mais novos, que ficarão a conhecer o que foi Santa Comba Dão no passado.
Por Carlos Ribeiro
In Defesa da Beira

SE RECORDAR É VIVER, VAMOS RECORDAR…


Eis a Estação do Caminho de Ferro de Santa Comba Dão, numa imagem muito antiga e muito diferente do que é hoje.
Foto cedida por um leitor assíduo.
Por Carlos Ribeiro
In Defesa da Beira

segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

A ROCA FIADEIRA por Manuel Romão - Novo Colaborador

É um instrumento feito em madeira, antigamente muito utilizado por uma certa camada de senhoras quando ainda se cultivava o linho nos campos, que depois de lhe extraírem as sementes era tasquinhado no repigador, um objecto feito também em madeira, pois era como esta operação se chamava.
Findas estas operações, ia a lavar no rio ou nas ribeiras e depois era colocado ao sol para corar, trabalho que tantas vezes via fazer à minha querida avozinha materna. Em seguida era fiado, isto é, transformado em fio e enrolado em tipo de massaroca na tal roca fiandeira como assim era chamada, e pronto para utilizar nos teares, de onde saíam grandes peças de tecido branco, que davam roupas de qualidade e valiosas, que as mães davam às filhas quando casavam ou as guardavam como recordação dos tempos passados.
Hoje já nem se cultiva o linho, nem as mulheres da actualidade sabem transformar o linho em fio, e nem há teares onde essa transformação resulte em peças de pano, que já na época eram caras.
Esta cultura faz parte da riqueza histórica do nosso passado, hoje tão ignorada, ou talvez esquecida por falta de gosto em conhecê-la, porque as pessoas modernas estão mais vocacionadas para as roupas sintéticas e floridas, que tudo têm de mais bonito, mas menos têm de qualidade.
A tecnologia moderna é tão perfeita que até da casca de certas árvores se fazem roupas, e muitas das pessoas têm dificuldade em distinguir quais as de algodão ou de linho, dado a sua perfeição e também a falta do algodão vindo das Áfricas. O mundo evolui tecnicamente, mas muitas vezes traz-nos coisas bonitas, mas de qualidade enganosa, e o vendedor por vezes apanha os menos conhecedores e aí aplica a sua táctica e vende-lhe o gato por lebre, porque a falta de seriedade e de honestidade hoje, no mundo, é a moeda corrente.

Manuel Romão
In Defesa de Beira

SE RECORDAR É VIVER, VAMOS RECORDAR…por Carlos Ribeiro


Quem não se recorda do Sr. Manuel Luta, como era conhecido? Este senhor tinha, na época, um estabelecimento na rua Alexandre Herculano onde vendia lenha, carvão e sal.
Ali tinha um cavalete onde serrava, manualmente, para lenha, os rolos de pinho, que lhe eram fornecidos pelo Sr. José Martins do Freixo, de Mortágua, que aqui os trazia ao princípio com uma junta de bois.
Como é bom recordar...
Carlos Ribeiro
Fotografia de arquivo de Foto Ribeiro

MONUMENTO AO BOMBEIRO

Apraz-nos registar o interesse das Juntas de Freguesia, neste nosso movimento, em prol do “MONUMENTO AO BOMBEIRO”.
Já sabemos que nas Freguesias de Óvoa e S. João de Areias, tem havido grande azáfama na obtenção de fundos para o mesmo mas pelas últimas informações que nos chegaram, sabe-se agora que também em Treixedo e Couto do Mosteiro está tudo a postos para que a recolha de donativos seja um êxito.
O mesmo se passará, por certo, nas restantes Freguesias, só que ainda não nos chegaram essas informações.
Em breve deveremos ter uma reunião com todos os senhores Presidentes das Juntas de Freguesia para trocarmos informações sobre a campanha. Entretanto continuamos a lembrar a todos que tenham possibilidade e que queiram contribuir para esta homenagem ao “BOMBEIRO”, para entregarem as suas dádivas nos locais já amplamente divulgados.
A Comissão
In Defesa da Beira

quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

Monumento ao Bombeiro: Homenagear que está sempre do nosso lado!


Hora de Ajudar


terça-feira, 20 de Novembro de 2007


Luxo no Ministério da Justiça vs Miséria nos Tribunais


Quem utiliza todos os dias nos nossos tribunais há muito que já percebeu a miséria franciscana a que os mesmos chegaram. Desde a chover em gabinetes dos juízes, a ratos a saltarem dos processos, a urina de rato por secretárias e papéis, a falta de salas de audiências suficientes, a falta de sistemas de gravação das audiências de julgamento, a falta de policiamento ou a falta de papel higiénico nas casas de banho.
Na verdade, os secretários judiciais têm que fazer uma enorme ginástica financeira para que os tribunais não entrem em ruptura total. Quando estes problemas são noticiados, a resposta é sempre a mesma: falta de verba.
Contudo, o Sr. Ministro não se poupa em mordomias verdadeiramente monárquicas e escandalosas. Então não é que acaba o mesmo de adquirir 5 viaturas de topo de gama para o Ministério?
Na verdade, parece que para o luxo o dinheiro não falta. Com efeito, adquiriu o Ministério 5 novos automóveis de alta cilindrada no valor global de €176 mil euros. Isto é no mínimo escandaloso, quando nos nossos tribunais não existe um único automóvel destinado ao serviço dos juízes, procuradores ou funcionários.
Com o país em crise, com o desemprego galopante, não se compreende tais luxos. É que parece que os políticos não se contentam com pouco. Neste caso concreto, foram adquiridos 4 VW Passat Limousine, 2.0TDI, com 140 cavalos de potência, sendo que cada um custou €34257,40, com pintura metalizada. Estes veículos foram distribuídos por Alberto Costa, pelo Secretário de Estado Adjunto, pelo Secretário de Estado e pela Secretária-geral. O outro veiculo foi nada mais, nada menos que um Audi Limosine 2.0TDI, com 140 cavalos, cujo preço de mercado é de 45 mil euros. Por se tratar do estado, o veiculo foi adquirido isento de Imposto Automóvel (IA), ou seja, pelo valor de 38 615 euros. Não contestes com o luxo este último veículo foi ainda apetrechado com €2381,00 em extras adicionais.
Com a onda de pobreza que os números recentes denunciaram, tais pequenos luxos são, no mínimo, imorais.

Santa Comba Dão: Projecto do museu Salazar vai em frente


O presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão garantiu, dia 7, aos munícipes do seu concelho, através de comunicado, que a construção do museu a Salazar é para seguir em frente.
A posição de João Lourenço surge dois dias depois de a União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) ter entregado, na Assembleia da República, uma petição, subscrita por 16 mil pessoas, a contestar o projecto.
O autarca "lamenta que um conjunto de pessoas, sem qualquer responsabilidade e ligação a Santa Comba Dão, se manifeste contra um projecto que não conhece nem procurou conhecer e cuja única motivação se prende com razões políticas sem cuidar do bem-estar das populações que constantemente dizem defender".
Mais, João Lourenço afirma não reconhecer "qualquer legitimidade aos subscritores da petição, sejam eles cidadãos anónimos ou ilustres figuras nacionais, para impor a sua vontade aos santacombadenses".
No mesmo documento, o presidente da Câmara de Santa Comba Dão afirma ter "plena consciência do que António de Oliveira Salazar representou e representa para os santacombadenses e o seu papel determinante na história do século XX em Portugal e no mundo".
"Farei tudo o que estiver ao meu alcance para atingir os objectivos propostos, convicto de que essa é a vontade da esmagadora maioria".
In Jornal de Notícias

domingo, 18 de Novembro de 2007

Isto é o País do faz-de-conta

O sentimento de revolta desta família não podia ser maior. “Isto é o País do faz-de-conta. A família ligou-me ontem [sexta-feira] a perguntar o que se estava a passar e estão muito revoltados com esta situação. Ele está a ter um tratamento de luxo”, afirma João Pereira, o advogado da família Lourenço.Na passada quinta-feira, o ex-cabo António Costa – condenado a 25 anos de cadeia pelo homicídio de três jovens e ocultação dos seus cadáveres – deslocou-se ao Centro Clínico da GNR, em Lisboa, para uma consulta de rotina. O serial killer de Santa Comba foi visto pelo médico e, logo a seguir, transportado pelos militares num carro-patrulha.A missão era devolvê-lo ao estabelecimento prisional e militar de Tomar. Mas antes, os elementos da GNR que acompanhavam o ex-cabo Costa tiveram de fazer um desvio para ir buscar fardamento a um quartel no Largo da Graça. E foi aí que alguns populares viram António Costa, sem algemas, a comprar a revista ‘Sábado’ – que tinha um artigo a explicar como a PJ conseguiu a confissão do cabo – numa banca de jornais. O Comando-Geral da GNR apressou-se a investigar o sucedido. “Esta situação não é, de facto, normal. A GNR já abriu um processo de averiguações para verificar o que se passou. De qualquer forma, o cabo Costa estava sem algemas mas andou sempre acompanhado pelos militares”, disse ao CM o coronel Costa Cabral, responsável pelas relações públicas da GNR.O curto passeio em liberdade causou estranheza aos populares que ali passaram àquela hora e à proprietária do quiosque. “Mas este tipo é o que matou aquelas raparigas. Eu pensava que ele estava preso”, comentaram. Segundo Costa Cabral, “o processo de averiguações pode passar a disciplinar se houver dados” que o justifiquem. E os militares que fizeram o transporte do ex-cabo “vão ser responsabilizados”.Entretanto, os familiares de Joana, Isabel e Mariana vão telefonando uns aos outros para partilhar a dor e a revolta que sentem. “Esperamos que alguém seja punido por ele andar aí a passear. Ainda bem que eu não estava lá para ver isso. Não sei o que teria feito”, diz Luís Gomes.
In Correio da Manhã

Para ler e meditar

Encontrei esta quadra do sempre sábio António Aleixo a qual,peseembora os anos, assenta que nem uma luva à actualdiade do nosso país:
Eu já não sei o que faça
p'ra juntar algum dinheiro;
se se vendesse a desgraça
já hoje eu era banqueiro.

segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

Macedo de Cavaleiros (PSD), Penamacor (PS) e Vila Franca do Campo (PSD) deixaram de constar da lista negra dos 22 municípios que ultrapassaram os limi

Macedo de Cavaleiros (PSD), Penamacor (PS) e Vila Franca do Campo (PSD) deixaram de constar da lista negra dos 22 municípios que ultrapassaram os limites de endividamento líquido em 2006, apurou a Lusa junto de fonte ligada ao processo.
Os municípios de Carrazeda de Ansiães (PSD), Mangualde (PSD), Nazaré (PSD), Santa Comba Dão (PSD/CDS), Torres Novas (PS), Trancoso (PSD) e Vila Nova de Poiares (PSD) continuam na lista, mas os valores do excesso de endividamento foram revistos.
Doze autarquias viram confirmados os valores de ultrapassagem do limite de endividamento líquido em 2006, e como tal deverão sofrer um corte de 10 por cento das transferências do Fundo de Equilíbrio Financeiro (FEF) pelo número de duodécimos necessário à regularização da situação.
Lisboa (PS) e Vila Nova de Gaia (PSD) mantêm-se no topo da lista em termos de valores absolutos, com cerca de 10 milhões de euros e 11,9 milhões, respectivamente, de endividamento em excesso.
Assim, a capital terá uma redução mensal do FEF de 261,4 mil euros, a pagar em 39 prestações, enquanto Vila Nova de Gaia vai sofrer uma retenção mensal de 106,5 mil euros, o que corresponde a 113 reduções no FEF.
As restantes câmaras nesta situação são: Ansião (PSD), Castelo de Paiva (PSD), Fornos de Algodres (PSD), Guarda (PS), Lourinhã (PS), Mondim de Basto (PSD), Ourique (PS), Santarém (independente pelo PSD), São Pedro do Sul (PSD) e Vouzela (PSD).
Este é o resultado da análise efectuada pela Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) às respostas apresentadas pelos municípios que foram notificados em Setembro para se pronunciarem sobre os valores apurados.
Inicialmente, a lista era composta por 74 municípios, mas à medida que foram sendo notificados e apresentado o contraditório por parte dos autarcas, foi sendo reduzida.
Em Setembro foram notificados os 22 municípios, mas só 20 responderam: Mondim de Basto e Nazaré não apresentaram qualquer resposta.
Os argumentos invocados pelas câmaras foram analisados pela DGAL, que apresentou para cada município a proposta de decisão que a Lusa agora revela.
As sete autarquias cujos valores de endividamento foram revistos vão ser notificadas do novo projecto de decisão para se pronunciarem no prazo de 10 dias úteis.
A manutenção da redução das verbas do FEF vai ser ainda reapreciada no primeiro semestre de 2008, após a análise da evolução do endividamento municipal verificado em 2007.
Diário Digital / Lusa
12-11-2007 13:30:00

sábado, 10 de Novembro de 2007

Lili Caneças arrasa Herman

Apanhados RTP - Mota Barulhenta

sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

Encantos do Faial - A Ilha Vulcão -Açores - Natureza Mágica

Vulcão dos Capelinhos - Farol

II Festival de Tunas

Posto de Turismo de Santa Comba Dão promove o II Festival de Tunas Académicas - Cidade de Santa Comba Dão, uma iniciativa que, visa promover e dinamizar o concelho de Santa Comba Dão e que no ano transacto foi pautada de enorme êxito.
O Festival terá lugar no próximo dia 10 de Novembro, Sábado, na Casa da Cultura de Santa Comba Dão pelas 21:00h com a participação de três tunas académicas: Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra, vencedora da primeira edição deste Festival; Tunadão 1998, Tuna do Instituto Superior Politécnico de Viseu; Imperial Neptuna Académica, Tuna da Cidade da Figueira da Foz. O evento conta, ainda, com a presença de uma tertúlia que também irá estar a concurso, a Imperial Tertúlia In Vino Veritas de Coimbra.
A partir das 15:00H, haverá um passa-calhes (actuação pelas ruas da cidade) à semelhança do que decorreu no ano passado e que terá início no Largo do Município.
A entrada é livre.
In http://www.cm-santacombadao.pt/

quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

Aguieira opõe autarquia ao INAG e EDP

Em ano de chuva, a barragem da Aguieira não tem água para abastecer as populações. O presidente da câmara não poupa críticas à gestão do INAG e a EDP.
Embora o Outono vá seco, o Instituto da Água (INAG) considera que essa escassez de chuva, em termos meteorológicos, ainda não se traduz no armazenamento de água em albufeiras. Mesmo assim, na barragem da Aguieira foi necessário, nos últimos dias, fazer restrições na utilização da água na produção de energia eléctrica, para garantir o abastecimento de água aos concelhos de Mortágua e Santa Comba Dão.
O presidente da autarquia de Santa Comba, João Lourenço, considera a situação um absurdo, acusando a EDP e o INAG “de alguma irresponsabilidade e falta de coordenação na gestão dos recursos da albufeira”. O autarca lembra que, em 2005, “que foi um ano de seca extrema, não se registaram os problemas que ameaçam haver agora”. Nesta altura, devido ao abaixamento registado no nível da água, armazenada na barragem da Aguieira, as captações para abastecimento público, que devem trabalhar a determinada profundidade, estão com as bombas em seco.
Numa reunião com responsáveis do INAG, esta semana, João Lourenço disse “não aceitar que num ano, como o de 2007, em que choveu até no Verão, se estejam a prejudicar as populações”. Nesse encontro, o autarca percebeu que, por vezes, a EDP faz descargas sem dar conhecimento ao Instituto da Água. Diz ter ficado chocado quando soube que há umas semanas atrás, “a pedido da câmara de Penacova, foram feitas descargas por causa de uma prova de motonáutica, que ia decorrer a jusante da barragem”.
Para o presidente da câmara de Santa Comba, uma decisão desta natureza não faz sentido, pois “as previsões do tempo já apontavam para este período de seca, e, primeiro, há que assegurar o abastecimento às populações”. João Lourenço não tem dúvidas de que se estão a cometer “erros crassos na gestão da água da albufeira da barragem da Aguieira”.

quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

Escassez provoca intervenção na Barragem da Agueira

O Instituto da Água revelou que a falta de chuva que se está a verificar em Portugal neste Outono já obrigou a algumas intervenções, nomeadamente na barragem da Aguieira.Ouvido pela TSF, o presidente do INAG admitiu que o Outono seco está a provocar algumas situações de escassez, uma situação que, contudo, ainda não está a ser preocupante ao nível do armazenamento de água.«No caso da barragem da Aguieira houve necessidade de impor algumas restrições, nomeadamente à produção de energia, tendo em vista garantir o abastecimento público a Mortágua e a Santa Comba Dão», explicou Orlando Borges.Este responsável do INAG adiantou ainda que já está marcada uma reunião da Comissão de Gestão de Albufeiras para 20 de Novembro, onde esta situação será analisada.Apesar desta situação, Orlando Borges assegurou que não há razões para preocupação por agora, uma vez que o nível de armazenamento nas albufeiras é «confortável».«As situações complicadas que se verifiquem neste Inverno têm praticamente efeito no Verão ou Primavera/Verão seguintes. Não é uma situação preocupante, mas é preciso estar atento. Recordo que ainda temos o Inverno pela frente e que pode vir a ser reposto aquilo que são os valores normais dos caudais e armazenamento», acrescentou.O presidente do INAG falou ainda sobre a consulta pública do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico, que poderá levar a alterações na construção da Barragem de Almourol.Orlando Borges admitiu que devem ser estudados em sede de impacto ambiental outras localizações para esta barragem, entre as quais uma imediatamente a montante de Constância.«Foi unânime a posição dos presidentes de querer a barragem, mas em situações onde se minimizasse os riscos e as condicionantes à sua edificabilidade. É isto que me parece extremamente positivo», adiantou.Este responsável do Instituto da Água sublinhou que os contributos dos cinco autarcas desta região vão ser incluídos no relatório sobre a construção desta barragem.
In TSF on line

Grupo de Santa Comba Dão ainda vai a Fátima

Celso Pereira ainda hoje caminha para o ginásio de fisioterapia onde, aos 77 anos, tenta recuperar das maleitas com que ficou depois do acidente com o autocarro da Câmara Municipal de Viseu (CMV) onde viajava de regresso de uma excursão na companhia de outras 35 pessoas ligadas ao movimento do Sagrado Coração de Maria. Efectuavam a habitual peregrinação de Março ao santuário de Fátima. "Fui eu que solicitei o autocarro à CMV e já havia feito inúmeras viagens nele com aquele motorista", adianta Celso Pereira. O acidente ocorreu a 24 de Março de 2001 e causou 18 mortos [14 morreram no local] e 22 feridos.Naquele dia, por volta das 20.00 "chovia muito e no regresso, pouco depois do Vimieiro, só vi o autocarro a fugir. Quando dei conta já estava no chão. Tentei abrir a porta e só vi a minha mulher por baixo do autocarro". Os peregrinos eram de Rio de Loba, Travassós de Cima e Gumirães. O autocarro despenhou-se por uma ravina de cerca de dez metros. "Sou um homem de fé e sei bem que estas coisas acontecem mas nunca esquecemos". O acidente deu-se numa descida com cerca de 600 metros no IP3. O condutor não conseguiu desfazer uma curva, o camião atravessou a faixa contrária, derrubou as barreiras e imobilizou-se no fundo da ravina.A antiga Direcção-Geral de Viação elaborou um inquérito e entre as causas esteve o mau estado dos pneus e o piso escorregadio. O tacógrafo registava 80 Km/h. "O autocarro capotou e cai numa zona de terra mole. Algumas pessoas gritavam, outras nem falavam. Precisámos de material de desencarceramento para retirar as vítimas", recorda Jorge Magalhães, um dos bombeiros envolvidos nas operações de socorro. Os 22 feridos foram para o Centro de Saúde de Santa Comba Dão. Foi num campo de ténis, próximo do local do acidente, que se improvisou uma morgue. Nessa noite os peritos médico-legais do hospital de Viseu, reforçados por equipas de Coimbra, realizaram as autópsias. Apesar dos técnicos disponibilizados pela Segurança Social foi com dificuldade que as famílias efectuaram o reconhecimento dos cadáveres.O seguro do autocarro estava avaliado em 600 mil euros e cada ocupante tinha uma apólice de 17 500 euros. A câmara suportou as despesas com os funerais e declarou luto concelhio por três dias. O motorista, funcionário da Câmara de Viseu com 20 anos de serviço esteve entre as vítimas mortais. A mais nova tinha 22 anos, as outras oscilavam entre os 50 e os 85 anos. Em Travassós de Cima a morte tocou oito vizinhos, que moravam no centro da aldeia. "Amigos que se conheciam desde sempre", elucida Celso.Onze das vítimas mortais foram sepultadas em Rio de Loba onde compareceram milhares de viseenses. A Igreja transbordou. "Éramos todos amigos", conclui Celso Pereira. Seis anos passados e o grupo da irmandade do Sagrado Coração de Maria não perdeu a fé. Continua a fazer duas peregrinações anuais a Fátima, em Março e em Outubro.
In Diário de Noticias

terça-feira, 6 de Novembro de 2007

Açores - O meu retiro... conheça um pouco desta terra

A Casa do Tio Carlos -Carlos ALberto Moniz

Já temos saudades do Carlos Alberto Moniz a entreter a pequenada....

Música Pimba - Made in Açores

Porque não resisto a partilhar esta música pimba, com sotaque a Rabo de Peixe...

“Se recordar é viver, vamos recordar…” - Por Carlos Ribeiro


Eis o antiquíssimo Pelourinho! Seria o primeiro que esteve no Largo do Município e que depois foi substituído.

Este pelourinho foi abandonado e estava junto a outro entulho, quando alguém com sesibilidade cultural o recuperou e o implantou na sua propriedade.

Saúda-se esta atitude, pois assim é possivel ter a memória deste pelourinho da nossa história.

Carlos Ribeiro, in Defesa da Beira, 2/11/2007

AMBO: 19 concelhos vão ter recolha de óleos alimentares

Os 19 concelhos da Associação de Municípios do Planalto Beirão (AMPB) vão passar a dispor de «oleões» onde podem ser colocados os óleos usados nas frituras domésticas, evitando assim a poluição de muitos milhões de litros de água.
O projecto foi hoje lançado em Tondela, o primeiro dos 19 concelhos a receber os «oleões» e, segundo o administrador-delegado da AMPB, António Pereira, será depois alargado aos restantes.
António Pereira explicou que foram comprados 50 contentores, representando um investimento de cerca de 20 mil euros, que, a seguir a Tondela, vão ser distribuídos por Mortágua, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Viseu e Tábua.
«Depois vamos alargando à medida que for possível», acrescentou, estimando que, durante o próximo ano, todos os 19 concelhos possam estar cobertos pelos «oleões».
Trata-se de um projecto dinamizado em parceria com a empresa Tratris - Tratamento de Resíduos Industriais Perigosos S.A., que há já três anos recolhe os óleos alimentares usados pelos restaurantes e cantinas, submetendo-os ao tratamento necessário (filtragem e centrifugação) e encaminhando-os depois para as unidades licenciadas para produção de biodisel.
«Estes oleões servem apenas para depositar os óleos resultantes das frituras das nossas casas. Funcionam como um sistema de triagem», frisou, junto a um dos cinco da cidade de Tondela, Pedro Tenreiro da Cruz, administrador da Tratris, uma empresa criada em 1999 e que desde Junho de 2006 está sedeada neste concelho.
Pedro Tenreiro da Cruz pediu aos munícipes que, ao invés de deitarem os óleos alimentares usados pela pia ou a sanita abaixo, causando graves prejuízos ambientais, os coloquem em recipientes de plástico que depois despejam nos «oleões».
Durante o lançamento da campanha, foram mostrados uns recipientes de cinco litros que permitem guardar e transportar de forma limpa e segura os óleos alimentares usados, que, futuramente, poderão ser vendidos ou distribuídos.
Pedro Tenreiro da Cruz disse que, «além da experiência de Sintra, ainda não há nada feito» no país ao nível da recolha dos óleos alimentares usados nas casas.
O projecto que hoje foi lançado em Tondela tinha inicialmente sido pensado pela Tratris para Vizela, onde, no entanto, a empresa diz não ter recebido «o apoio das entidades locais».
Outro dos administradores da empresa, António Tenreiro da Cruz, sublinhou que, além de permitir produzir biodisel, a recolha de óleos alimentares usados evita também graves problemas nas canalizações e a degradação das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR).
Citando dados do Ministério do Ambiente, disse que serão usadas por ano 125 mil toneladas de óleos alimentares.
Sublinhando que actualmente, a recolha de óleos usados não é superior a 15 mil toneladas, questionou onde estão as restantes, para concluir que se gasta mais óleo nas casas do que nos restaurantes e lamentando que o seu destino habitual seja as pias.
Por fim, frisou que um litro de óleo pode poluir um milhão de litros de água.
Diário Digital / Lusa
06-11-2007 14:45:37

Alegações finais de João Lourenço (PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA COMBA DÃO): "O PCP a mim não me dá lições de democracia"

A URAP (União dos Resistentes Antifascistas Portugueses) entregou uma petição no Parlamento contra a criação em Santa Comba Dão de um "Museu Salazar". Como comenta?Não tenho grandes comentários a fazer. Não me adianta nem me atrasa.Mas não receia que de facto esse museu transforme Santa Comba Dão num "santuário" para romarias saudosistas-salazaristas?Não, não receio. Somos um povo evoluído que já sabe lidar com a sua história. Afinal quanto é que a sua câmara municipal já gastou com o museu?Trinta mil euros para a aquisição de três terrenos que estavam encalhados no meio da quinta onde vai ser o centro.O nome oficial do museu vai ser Centro Documental e Parque Temático do Estado Novo. Afinal, o que poderão os seus visitantes lá encontrar?Vai ter uma parte dedicada às artes do Estado Novo: arquitectura, cinema, etc. Outras partes serão sobre a vida de Salazar. E ainda terá uma componente importante sobre o contributo de Salazar para aquilo que o País ainda é hoje. Votou Salazar nos "Grandes Portugueses" da RTP?Não, não votei. E se quer que lhe diga achei aquilo uma grande parvoíce. Conhece a figura de Aristides de Sousa Mendes?Sim, claro.Há uma grande ironia: em Santa Comba Dão recupera-se a memória de Salazar. Em Cabanas de Viriato, que é aí ao lado (concelho de Carregal do Sal) não se consegue recuperar a casa de Aristides de Sousa Mendes, transformá-la num memorial da sua vida e do que ela representou. Parece que a vingança nunca mais acaba. Como comenta?Ui, isso é uma história muito longa. Não me queria alongar muito. Mas posso-lhe dizer que as câmaras aqui da zona têm demonstrado interesse nesse projecto, até porque pode alavancar um certo turismo cultural. Não tem é havido grande colaboração da Fundação Sousa Mendes.Santa Comba Dão tem estado sempre ligada à figura de Salazar. Às vezes isso não o cansa?É evidente que isso por vezes me aborrece um pouco. Mas a verdade é que Salazar é uma figura incontornável da História do nosso país. E nem o PCP nem a URAP me dão lições de democracia. Quando é que o museu vai abrir?Se tudo correr bem, dentro de dois anos. Tem no essencial uma vocação económica, para atrair pessoas ao concelho. Não há um subscritor da petição que tenha feito o mínimo pela saúde económica deste concelho.

quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

Encerramento de escolas no concelho - Posição da Câmara Municipal


No seguimento da intenção manifestada pelo Ministério da Educação de proceder ao encerramento de duas Escolas Básicas na área de abrangência do Concelho de Santa Comba Dão(Chamadouro e Pedraires), a Câmara Municipal de Santa Comba Dão vem publicamente manifestar o seu desagrado perante tal situação, uma vez que:
1º – As escolas a suspender estão dotadas de todos os serviços de apoio à família e actividades extra-curriculares, a decorrer com grande qualidade;2º – As escolas de acolhimento não oferecem melhores condições físicas nem melhores serviços relativamente às escolas a encerrar;3º – O número de alunos por escola para o próximo ano lectivo não difere genericamente do número do anterior, havendo inclusive situações em que aumentará;4º – Foram realizadas reuniões locais com encarregados de educação, professores, autarcas e representantes do Agrupamento de Escolas com vista a encontrar uma eventual solução de deslocalização de alunos, que se traduziram infrutiferas;5º – O encerramento de alguma destas escolas implicará o transporte das crianças diariamente, situação à qual o Município não está em condições de responder, uma vez que já no ano lectivo 2006/07 houve necessidade de recorrer a serviços externos para a resolução de algumas situações.
A Carta Educativa do Município está devidamente homologada pelo Ministério da Educação e a construção dos três Centros Educativos nela propostos, de acordo com as sugestões do Ministério da Educação, serão construídos a curto prazo, prevendo-se a sua abertura oficial para o ano lectivo 2009/2010.
Tendo em conta todos os factores enumerados anteriormente, a Câmara Municipal de Santa Comba Dão entende que a Rede Escolar do Concelho deverá ser mantida, perante as condições actuais, sem a suspensão de qualquer estabelecimento de ensino básico.
in www.cm-santacombadao.pt