terça-feira, 31 de Julho de 2007
domingo, 29 de Julho de 2007
Musica de Domingo - We all stand together - Paul MacCartney
Para hoje escolhi uma música que me deixa muitas saudades. Lembro-me desta musica quando ainda era criança de tenra idade. A mesma me cativava pelo video genuinamente infantil de desenhos animandos, com uma qualidade e harmonia incomparaveis.
Não fosse a mesma assinada por um Beatle
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sexta-feira, 27 de Julho de 2007
“Deixai vir a mim as criancinhas…”
Ouvi com bastante atenção o debate sobre o estado da nação. Registei o facto de, a páginas tantas, José Sócrates, de forma bastante irritada, ter acusado o PCP de apelar aos seus militantes para, em cerimónias públicas apuparem o Primeiro-ministro, como forma de trazer para a comunicação social um descontentamento que não existia.
Ora, de imediato Jerónimo Sousa negou peremptoriamente tal facto, por ser manifestamente falso. Contudo, cumpre-nos dizer que, caso tais episódios correspondessem à verdade e efectivamente estivéssemos perante militantes do PCP infiltrados a apuparem José Sócrates, tal não seria grave. E porquê? Pela simples razão de tais militantes comunistas a estarem infiltrados, seguramente que estariam a título gratuito.
Ora, o mesmo já não pode dizer José Sócrates. Com efeito, todos já sabemos que o Primeiro-ministro gosta de pompa e circunstância aquando das inaugurações e apresentações públicas. Desta feita, foi a apresentação da “escola do futuro”. Um investimento de 400 milhões de euros para colocar em cada sala de aula um computador com ligação à Internet, uma impressora e um videoprojector, e ter um quadro interactivo por cada duas salas entre outras medidas. Para compor o ramalhete mediático, a empresa que organizou o evento levou 10 crianças para comporem o cenário. Ficava tudo bem, se as crianças, na sua genuinidade, não se tivessem descaído e dado com a língua nos dentes. Com efeito, foram tais crianças contratadas para estarem ali recebendo o pagamento de €30,00, pago, obviamente com o dinheiro de todos nós.
Ora, este acontecimento é lamentável. Tal cerimónia fez-me lembrar os programas matinais da Tv, do género “Praça da Alegria” ou “Você na TV”, em que os figurantes que enchem o estúdio são pagos para esse efeito. Esperamos que tal triste acontecimento não se volte a repetir….
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Jet Ski em Santa Comba Dão
A Zona Fluvial da Senhora da Ribeira, em Pinheiro de Ázere, concelho de Santa Comba Dão, vai receber amanhã e domingo, dias 28 e 29 de Julho, o I Grande Prémio de Jet Ski.A prova, organizada pela Promotora Livre, e com o aval da Federação Portuguesa de Jet Ski, entidade que em Portugal é quem, oficialmente, gere a modalidade, vai ter em disputa uma prova do Campeonato Regional Centro em “Closed Course”, Taça de Portugal e Troféu Nacional em endurance.Para este evento, que promete atrair muita gente atè às margens do Mondego, está prevista a presença de pilotos do Algarve, Lisboa, Póvoa de Varzim, Bombarral, Santarém e Barcelos.Quanto às provas, terão início às 17h00 de amanhã, sábado, com a disputa da disciplina de “closed course”. No domingo, a competição começa às 11h00, com as provas de endurance.Esta é a primeira vez que uma prova de Jet Ski, com carácter oficial, se realiza na região, em particular no concelho de Santa Comba Dão, onde serão conhecidos os primeiros campeões regionais de 2007.O espectáculo está desde logo garantido pela presença dos melhores pilotos que vão conduzir motos de água com potências entre os 220 e 300 cv.
In www. jornaldocentro.pt 27 de Julho de 2007
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quinta-feira, 26 de Julho de 2007
Tina Turner - We Don't Need Another Hero
A algumas horas do concerto de Nelly Furtado na Expofacic de Cantanhede, confesso que meapertou uma grande saudade das grandes músicas e das grandes estrelas dos anos 80 e inicios dos anos 90.
Na verdade, as estrelas de agora já não brilham nem têm a qualidade das estrelas de então.
Estou-me a lembrar da Tina Turner, dos Queen, da Enya (que continua bem activa), do Rod Stwart, do Roy Orbison, dos The Cure, do Rolling Stones, dos Europe, entre muitos outros...
Para matar saudades, aqui fica uma grande banda sonora "MAD MAX III", com Mel Gibson e Tina Turner, estando a banda sonora a cargo da "Raínha da Música Rock", com este inesquecivel "We don't need another hero"
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Combate à pirataria informática - PJ e ASAE encerram 'sites' P2P
Entre os «sites» encerrados encontram-se o ‘zetuga.com’, o ‘zemula.org’ e o ‘btuga.pt’, que permitiam a partilha de filmes, música, programas informáticos e jogos, através da tecnologia P2P (partilha de ficheiros ponto-a-ponto) entre 200.000 utilizadores.
No decorrer da operação, que envolveu 23 elementos das duas entidades, foram detidos os principais responsáveis por estes «sites», entre os quais se encontra um elemento da PSP. Presentes a tribunal, foram constituídos arguidos e sujeitos a Termo de Identidade e Residência.
Foram ainda apreendidos dois servidores instalados em empresas, computadores da última geração, uma grande quantidade de suportes multimédia, quatro discos externos e documentação diversa.
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quarta-feira, 25 de Julho de 2007
Jovem de Santa Comba Dão premiado em concurso internacional
Horácio Ferreira, natural da freguesia de Pinheiro de Ázere, Santa Comba Dão, recebeu o prémio do concurso da High School Solo Competition, realizado em Vancouver, entre 04 e 08 de Julho. Foi no mesmo concurso que outro jovem português, David Silva, de Viana do Castelo, venceu o primeiro prémio na categoria dos 18 aos 24 anos.
«Foi a primeira vez que concorri a este concurso, aliás, foi a primeira vez que um português concorreu na categoria até aos 18 anos», disse o jovem à Agência Lusa, satisfeito por, na sua «estreia» internacional, ter conseguido alcançar um terceiro lugar.
Dez dos seus 18 anos de vida foram acompanhados pelo clarinete, um instrumento que começou a tocar por acaso, mas pelo qual sentiu «amor ao primeiro sopro».
«Inicialmente, queria tocar saxofone, mas como a banda de Pinheiro de Ázere já tinha muitos, optaram por me colocar a tocar clarinete. A partir daí nunca mais o larguei», afirmou.
Horácio Ferreira frequenta a Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, onde surgiu a ideia de participar no concurso com mais três colegas.
«O meu professor António Saiote costuma ser convidado para tocar no festival e eu, como ainda tinha idade para concorrer na categoria até aos 18 anos, fui, com mais três colegas da escola», contou.
O grupo regressou a Portugal satisfeito com o resultado alcançado, uma vez que, além do terceiro prémio de Horácio Ferreira, também David Silva foi distinguido.
Até esta data, o clarinetista de Santa Comba Dão só tinha participado em concursos nacionais, tendo em 2004 (na altura com 16 anos) obtido o primeiro lugar no concurso da Costa Azul, em Setúbal.
O seu grande sonho é, «como o de qualquer músico, ser solista internacional», mas admite que o seu futuro deverá passar «por uma orquestra ou, caso não consiga, por dar aulas».
«Os solistas portugueses não ficam nada atrás dos estrangeiros, mas em Portugal há poucas oportunidades. Cá, além da pianista Maria João Pires, quem é solista tem de ser sempre mais alguma coisa», lamentou.
O Concurso Internacional de Clarinete é dividido em duas categorias, sendo uma para clarinetistas até aos 18 anos e outra até aos 24 anos.
Esta competição realiza-se em duas fases: a pré-eliminatória, através de um CD enviado para o júri do concurso, e a final, onde estão presentes os seis finalistas previamente seleccionados.
A final do concurso realiza-se alternadamente nos Estados Unidos da América e numa cidade fora deste país, este ano Vancouver. Em 2009, será a cidade do Porto a acolhê-la.
Segundo Horácio Ferreira, vários clarinetistas portugueses já foram premiados em anteriores edições do concurso, dando como exemplo os primeiros prémios de António Raso, em 2002, e Cândido Oliveira, em 2005.
Diário Digital / Lusa
25-07-2007 13:54:00
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terça-feira, 24 de Julho de 2007
Julgados de Paz em crescimento
Confesso que, enquanto Advogado, a experiência mais gratificante que tenho tido profissionalmente, é trabalhar muito frequentemente com os Julgados de Paz, designadamente, com o Julgado de Paz de Cantanhede. É um tribunal, como qualquer outro, o qual julga causas de valor inferior a 3740, 80 euros, mas que serve para inúmeras áreas de direito: direitos reais, servidão de vistas, condomínio, arrendamento, cobranças de dívida, usucapião, acidentes de viação, etc. Além disso, um processo nos Julgados de Paz custa apenas €70,00 de custas. Acresce que, quando uma acção entra nos Julgados de Paz, é imediatamente submetida a mediação (tentativa de acordo), sendo que o processo poderá ser resolvido numa semana. Caso o assunto siga para julgamento, também será resolvido em pouco mais de um mês.
Tudo isto funciona muito bem, não apenas por se tratar de uma justiça célere e de proximidade, mas também porque a dedicação da equipe dos julgados é admirável, desde os funcionários, passado pelos mediadores e acabando nos juízes de paz, estes últimos que primam por serem juízes dedicados, pontuais e que grande parte das vezes proferem (sem a isso ter obrigação) sentenças com qualidade superior às que vemos em muitos dos nossos tribunais judiciais.
Este Governo percebeu tudo isto e já anunciou o alargamento dos julgados de paz a todo o território continental e regiões autónomas. Na verdade, este Governo percebeu que os Julgados de Paz podem ser a tábua de salvação do nosso caótico sistema de justiça, tanto mais que, desde a entrada em funcionamento dos Julgados de Paz em 2002, já entraram nos mesmos, um pouco por todo o país mais de 15.105 processos. Só o Julgado de Paz de Cantanhede, em 2005, teve mais processos que o Tribunal Judicial da Pampilhosa, daí que tenha sido considerado o Julgado de Paz modelo para todo o país. Estão de parabéns o Juiz de Paz, os funcionários e os mediadores que ali prestam um precioso serviço!
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domingo, 22 de Julho de 2007
Vergonhoso
As confederações do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), da Agricultura Portuguesa (CAP), da Indústria Portuguesa (CIP) e do Turismo Português reivindicam, esta sexta-feira, a alteração da Constituição da República de modo a que sejam permitidos despedimentos sem justa causa, nomeadamente, por razões políticas ou ideológicas.
In Portugal Dinário, 20/7/2007
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Finalmente: Nós do IP3 com iluminação
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sábado, 21 de Julho de 2007
Tem piada...e não ofende!...
"No debate do Estado da Nação, Sócrates repetiu várias vezes que não recebia "lições" de ninguém. Não precisava de dizer. Desde o caso da Universidade Independente que sabiamos disso".
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sexta-feira, 20 de Julho de 2007
I Grande Prémio de Jet Ski - Santa Comba Dão
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História do "serial killer" em livro
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quarta-feira, 18 de Julho de 2007
Corrida de canoas para deficientes em Santa Comba Dão
A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) apresentou ontem, em Santa Comba Dão, o primeiro ‘Defican Trophy Dão 2007”’– uma corrida gincana em canoagem no rio Dão para pessoas deficientes.
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terça-feira, 17 de Julho de 2007
António Costa – Presidente
António Costa venceu indiscutivelmente as eleições para a Câmara de Lisboa, sendo certo que tal vitória foi expressiva. Na verdade, em 31 anos foi a única vez que o PS venceu sozinho as eleições na capital. Acresce que, António Costa e o PS venceram em todas as freguesias. É uma vitória estrondosa do PS e de José Sócrates que escolheu o número dois do Governo para tal desafio. Com efeito, melhor que António Costa, só mesmo José Sócrates.
Contudo, tal vitória fez estragos e está na hora de fazer o balanço.
Relativamente ao PS, antes de mais é de salientar que o governo saiu reforçado. Quando José Sócrates está a braços com a impopularidade e o estado de graça já acabou, o povo de Lisboa não considerou conveniente dar uma cartão vermelho ou até amarelo ao Governo.
Relativamente a Carmona Rodrigues, convém dizer que foi uma das surpresas da noite, pois que conseguiu o segundo lugar ficando mesmo à frente do PSD. Na verdade, um simples independente ficou melhor colocado do que o PSD, um dos dois maiores partidos do país.
No que toca a Helena Roseta, admirei a sua campanha, pois que foi uma campanha aberta, alegre e espontânea. Contudo, a sua categoria de independente foi duvidosa. Em abono da verdade, no inicio do ano Helena Roseta havia remetido uma carta a José Sócrates oferecendo-se para ser candidata. Até aqui tudo estava bem com os partidos. Contudo, como José Sócrates nem sequer lhe respondeu, vai daí e os partidos estão vazios de ideias e o melhor era concorrer sozinha. Em suma, um contra censo.
Quanto aos grandes derrotados da noite eleitoral, temos o PSD e o CDS nas pessoas de Marques Mendes e Paulo Portas.
Começando por Marques Mendes, o resultado não poderia ser pior. Antes de mais, não podemos esquecer que o mesmo preferiu Carmona a Santana Lopes nas anteriores eleições. Foi uma escolha sua e pessoal. Depressa Carmona ganhou asas demonstrou não necessitar do PSD para nada. Só que, as coisas não correram bem e Marques Mendes foi obrigado a retirar a confiança politica a Carmona, por forma a provocar eleições intercalares. Seguidamente, em conjunto com o PP, fazem uma espécie de operação plástica e, apesar de estarem na câmara a consubstanciarem o mandato de Carmona, dizem que nada têm a ver com todas as trapalhadas do executivo lisboeta, do qual faziam parte. É claro que a mensagem não colou!
Quanto ao CDS, o efeito Paulo Portas que não descansou enquanto não despacho Ribeiro e Castro não deu em nada. Aliás, era de esperar. Já quando Freitas do Amaral saiu e uns anos mais tarde voltou a ocupar a liderança, não deu em nada. Freitas II não fez o sucesso de Freitas I. Paulo Portas foi o grande derrotado. Tinha um vereador e perdeu-o. Na verdade, Nogueira Pinto era muito mais carismática do que Telmo Correia. E vai daí, o CDS que não se “ponha a pau”, e acaba como nos anos 90: o partido do táxi. Penso que o CDS está mesmo em vias de desaparecer. E não é de admirar. Com a saída de Freitas dos Amaral, foi um partido que não se soube renovar, tendo-se resumido a Manuel Monteiro e posteriormente a Paulo Portas, o qual, tal como um eucalipto, secou tudo o que se encontrava à volta. Mas a grande vencedora foi, de facto, a abstenção, a qual ultrapassou os 60%. E desta abstenção devem os políticos tirar uma grande lição. É que apesar de estarmos em Julho, as praias estavam desertas. Portanto, os lisboetas não foram votar por terem ido a banhos. A verdade é que os portugueses, de uma forma geral, já não acreditam nos políticos. Prometeram tanto desde o 25 de Abril e o país chegou ao ponto que chegou. A bem de todos, as coisas terão de mudar
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segunda-feira, 16 de Julho de 2007
Editorial
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domingo, 15 de Julho de 2007
Terceira - A Ilha que é uma Festa - Tuna Académica Bruna ao vivo na Terceira
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Açores: natureza mágica - Verdes de S. Miguel - Caldeira Velha
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Verdes de S. Miguel : Caldeira Velha - Açores, Natureza Mágica
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S. Joaninho: Fonte do Soito carece de sinalização adequada.
Na verdade, tal fonte já conquistou todos os santacombadenses. Desde logo pela excelente e saborosa agua granítica que brota de tal fonte. Confesso que tal deliciosa água já conquistou toda a minha família, sendo certo que não prescindo dela, bem fresca, nos meus escritórios e na minha residência.
Depois, a própria localização da fonte é bastante agradável, sendo que se situa dentro de pinhais, com acessos de alcatrão bastante bons. Além disso, convém dizer que a fonte em si é bastante típica e característica do nosso concelho, pois que é toda ela construída em granito, bem como toda a área envolvente (muros, escadas, calçada, etc…). E, convém sublinhar que tal obra foi mesmo bem concebida, pois que possui patamares e escadas efectuadas por forma a colocar os garrafões em posição de enchimento, bem como um espaçoso parque de estacionamento.
Contudo, devo alertar para uma situação, a qual não passa de um pormenor, mas diga-se, de um pormenor importante: a sinalização da Fonte do Soito. Com efeito, na estrada principal, bem no centro de S. Joaninho, existe a cortada para a referida fonte, onde se encontram placas sinalizadoras de diversas povoações e do aterro sanitário, sendo que, não existe qualquer placa a indicar a Fonte do Soito. É certo que se trata apenas de um pormenor, contudo, sem tal placa não é fácil chegar até à fonte. Quem vai pela primeira vez à mesma, terá de entrar na povoação de S. Joaninho e perguntar a um transeunte. Mesmo quem já tenha ido várias vezes, corre o risco de, por distração, passar a cortada e só muito mais tarde se aperceber do quanto longe já está.
Sendo assim, aqui fica o alerta a quem de direito para que a Fonte do Soito, seja devidamente sinalizada.
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sábado, 14 de Julho de 2007
Erros no exame de agregação à OA
Pouco depois da prova escrita nacional de agregação em Prática Processual Penal ter sido distribuída, na tarde de 30 de Junho último, gerou-se um burburinho em todas as salas de exame, onde mais de 500 agregantes prestavam provas de acesso à profissão. Os erros ortográficos e de sintaxe - uma "vergonha inadmissível num exame de advogados estagiários", como disse ao JN um dos queixosos - tornavam a prova de difícil compreensão.Para além disso, o próprio conteúdo do teste gerou indignação e nervosismo entre os examinandos. O enunciado reportava-se a duas situações com relevância criminal uma de ofensa à integridade física e outra de furto. Para os estagiários, ambas as situações estavam tratadas de "forma incompleta e imprecisa".Nas salas de exame, os vigilantes eram constantemente chamados para explicar aquilo que, na realidade, era pretendido. A "abordagem dos factos, que mistura e confunde duas situações, não permite o correcto enquadramento processual das questões colocadas, dificultando, consequentemente, a percepção necessária ao seu tratamento jurídico", alegam cerca de 60 examinandos num abaixo-assinado dirigido ao bastonário e à Comissão Nacional de Formação da Ordem dos Advogados.Contactado pelo JN, João Pedro Ferreira, presidente da Comissão Nacional de Avaliação da OA, explicou que os erros ortográficos e de sintaxe resultaram de uma cópia, seguida de colagem, mal feita. Contudo, afirmou que "muito dificilmente" a prova será anulada e repetida. "Esses erros vão ser tomados em consideração aquando da correcção", referiu. De resto, afirmou que as perguntas estavam "correctamente formuladas", já que a prova havia sido elaborada por advogados com mais de 20 anos de experiência, dois professores universitários e um desembargador.
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sexta-feira, 13 de Julho de 2007
Três detidos por suspeita de 12 fogos na região Centro
Segundo um comunicado da PJ, a detenção dos suspeitos foi levada a efeito pela Directoria de Coimbra daquela polícia.
Um dos detidos, residente na zona de Mortágua, está indiciado pela prática de dois crimes de incêndio ocorridos nos concelhos de Penacova e de Santa Comba Dão, enquanto um segundo suspeito, residente em Tondela, é o presumível autor de nove fogos florestais, oito dos quais já este Verão.
A mulher, por sua vez, é suspeita de ter ateado um incêndio florestal, já em Julho, na zona de Oleiros, no distrito de Castelo Branco.
De acordo com a Polícia Judiciária, e depois de terem sido presentes a primeiro interrogatório judicial, dois dos suspeitos ficaram obrigados a apresentações periódicas às autoridades, enquanto o terceiro ficou sujeito à medida de coacção de prisão preventiva.
Diário Digital / Lusa
12-07-2007 13:40:36
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quinta-feira, 12 de Julho de 2007
Três detidos por suspeita de 12 fogos na região Centro
Segundo um comunicado da PJ, a detenção dos suspeitos foi levada a efeito pela Directoria de Coimbra daquela polícia.
Um dos detidos, residente na zona de Mortágua, está indiciado pela prática de dois crimes de incêndio ocorridos nos concelhos de Penacova e de Santa Comba Dão, enquanto um segundo suspeito, residente em Tondela, é o presumível autor de nove fogos florestais, oito dos quais já este Verão.
A mulher, por sua vez, é suspeita de ter ateado um incêndio florestal, já em Julho, na zona de Oleiros, no distrito de Castelo Branco.
De acordo com a Polícia Judiciária, e depois de terem sido presentes a primeiro interrogatório judicial, dois dos suspeitos ficaram obrigados a apresentações periódicas às autoridades, enquanto o terceiro ficou sujeito à medida de coacção de prisão preventiva.
In Diário Digital / Lusa
12-07-2007 13:40:36
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Ex-GNR de Santa Comba Dão conhece sentença dia 31 de Julho
Intervindo hoje na sétima e derradeira sessão do julgamento do militar reformado, antes da leitura do acórdão, o presidente do colectivo de juízes, Jorge Loureiro, determinou que a sala estará reservada no dia 31 a familiares das vítimas e jornalistas, e que os primeiros estarão impedidos de levar telemóveis, garrafas de água e outros objectos.
A proibição de telemóveis não é extensível aos profissionais da comunicação social, que poderão levar para a sala de audiências objectos indispensáveis ao seu trabalho.
O tribunal pretende assim precaver eventuais problemas de segurança, nomeadamente a reacção dos familiares das vítimas, aquando da leitura do acórdão.
A sessão de hoje, destinada às alegações finais, ficou marcada pela reacções do arguido, que se manteve calmo perante a intervenção do procurador do Ministério Público, mas ficou bastante inquieto, em especial da parte da tarde, durante a alocução do advogado dos familiares de Joana Oliveira, uma das jovens alegadamente assassinadas pelo ex-GNR.
As outras duas vítimas são Isabel Cristina e Mariana Lourenço, desaparecidas de Cabecinha de Rei, próximo de Santa Comba Dão, entre Maio de 2005 e Maio de 2006.
António Costa chegou a dirigir comentários aos advogados, imperceptíveis na assistência, levando o juiz presidente a reprovar-lhe o comportamento por mais de uma vez.
Aquando da intervenção da sua advogada, Carla Bettencourt, nomeadamente na parte em que esta disse que a perícia médico-legal demonstra «ausência de psicopatia» no arguido, António Costa chorou compulsivamente.
A advogada frisou, igualmente, não existir «nexo de causalidade entre o arguido e os crimes» de que é acusado, contestando ainda a prova testemunhal produzida em tribunal.
«Tinha de ser alguém que soubesse que a Mariana naquele dia estava em casa, o arguido não sabia», argumentou Carla Bettencourt, apontando «incongruências» às testemunhas arroladas pela acusação e terminando pedindo justiça para o seu cliente.
Já Leopoldo Camarinha, advogado dos familiares de Joana Oliveira, numa intervenção que se prolongou por uma hora, exortou António Costa a confessar os crimes de que é acusado. Frisou que a confissão seria uma atitude de uma pessoa «que quer ser recordado como um homem bom» que praticou os crimes.
Este, numa curta declaração ao tribunal no final do dia, clamou pela sua inocência. «Não retiro uma palavra àquilo que disse, considero-me inocente», disse António Costa.
António Costa, 53 anos, está acusado de 10 crimes, três de homicídio qualificado, três de ocultação e um de profanação de cadáver, dois de coacção sexual na forma tentada e um de denúncia caluniosa, incorrendo na pena máxima de 25 anos, em cúmulo jurídico.
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quarta-feira, 11 de Julho de 2007
MP pede 25 anos de prisão para ex-GNR de Santa Comba Dão
«[O arguido] sabe qual é a pena que merece. 25 anos porque mais não há, merecia mais», disse em tribunal o procurador Jorge Leitão, após uma hora e 20 minutos de alegações finais.
O magistrado do MP teceu diversas considerações sobre o processo, começando pelas duas perícias psiquiátricas a que António Costa foi sujeito, e que o consideraram imputável, frisando não existirem duvidas de que o arguido tem consciência do que fez.
«Se não obstou a cometer certos actos foi porque não quis. Esse facto tem de ser gravemente censurado«, afirmou.
Jorge Leitão apontou a »frieza« demonstrada pelo militar reformado, destacando a »manipulação« e tentativa de »simulação« que disse existir nos testes psiquiátricos, com respostas »atabalhoadas«.
«A melhor maneira de se safar era ser dado como doido», sustentou o magistrado do MP.
Sobre as motivações para os crimes de homicídio das três jovens - Joana Oliveira, Mariana Lourenço e Isabel Cristina - alegadamente cometidos por António Costa entre Maio de 2005 e Maio de 2006, a acusação apontou a «natureza sexual».
«Queria uma satisfação de instintos libidinosos«, afirmou o procurador.
No entanto, no caso de Isabel Cristina, admitiu que é de considerar a existência de um relacionamento sexual »voluntário«.
Quando a jovem ameaçou queixar-se à polícia, o ex-GNR »reagiu violentamente«, sublinhou o procurador.
Em relação a Mariana Lourenço e Joana Oliveira, desaparecidas, respectivamente a 14 de Outubro de 2005 e 08 de Maio de 2006, o MP sustenta a motivação do arguido em conseguir um beijo das jovens.
Jorge Leitão explicou em detalhe os passos do arguido a partir daí, até ao local e forma como se livrou dos corpos, lembrando que António Costa, numa primeira fase confessou os crimes e contou às autoridades »como tudo se tinha passado«.
«Disse como ensacou os corpos, onde os lançou, contou tudo ao pormenor. Depois inflectiu e veio dizer que foi o Rogério [o tio de Mariana a quem o arguido, em tribunal, imputou a verdadeira autoria dos crimes]», afirmou o magistrado do MP, classificando Rogério de «bode expiatório» e alguém «totalmente inocente».
Para além do Ministério Público, foram já ouvidos os advogados das famílias de Mariana Lourenço e Isabel Cristina.
A sétima sessão do julgamento do ex-GNR foi interrompida às 12:40 e deverá recomeçar às 16:30, com a audição do advogado de Joana Oliveira e a defesa de António Costa.
António Costa, 53 anos, responde por 10 crimes, três de homicídio qualificado, três crimes de ocultação e um de profanação de cadáver, dois de coacção sexual na forma tentada e um de denúncia caluniosa, incorrendo na pena máxima de 25 anos, em cúmulo jurídico
Diário Digital / Lusa
11-07-2007 12:54:00
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Santa Comba Dão diz ter provado legalidade do museu Salazar
Em comunicado hoje divulgado, o Núcleo de Viseu-Santa Comba Dão da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) tornou público que recebeu uma resposta à participação contra a autarquia, entregue a 07 de Maio na IGAT.
«Nela, a IGAT informa que foram solicitados esclarecimentos à Câmara Municipal de Santa Comba Dão. Tal facto vem dar ainda mais razão à participação da URAP. Bem como às preocupações e dúvidas de parte cada vez mais significativa da população do concelho», refere a URAP.
Na sua opinião, os elementos constantes da queixa, que resultaram da «análise exaustiva» das decisões da Câmara sobre «o inicialmente denominado Museu Salazar, depois Museu do Estado Novo, e, mais recentemente, eufemisticamente rebaptizado Centro Documental Museu e Parque Temático do Estado Novo, foram considerados suficientemente válidos para justificar o andamento da participação».
Neste âmbito, a URAP reafirma que «é tempo de a Câmara Municipal arrepiar caminho», porque «Santa Comba Dão merece melhor».
O presidente da autarquia, João Lourenço, disse à Agência Lusa que, há cerca de três semanas, foram enviadas à IGAT provas que contrariam as acusações da URAP.
Na sua participação, a URAP afirmava existirem «indícios bastantes» de que João Lourenço «pretende avançar com um projecto que não tem suporte nas deliberações efectivamente tomadas no exercício dos órgãos autárquicos (ou até as contraria)».
Referia também «dados que apontam para que o projecto do Museu Salazar constitui uma operação financeira altamente desvantajosa para o município e por conseguinte, para os contribuintes portugueses», aludindo à «pensão vitalícia de 2.000 euros por mês, actualizáveis todos os anos, paga ao sobrinho neto de Salazar, em troca da doação duns tarecos que pertenceram ao ditador fascista e pouco mais».
Segundo João Lourenço, a autarquia enviou à IGAT «provas da legalidade» deste processo, nomeadamente as escrituras de doação de um terço dos bens imóveis da herança da família de Salazar e cópias das deliberações dos órgãos autárquicos.
«Provam que também esse aspecto (da falta de suporte nas deliberações) era mentira. O processo que pretendemos seguir é diferente do que tinha o executivo anterior, o nosso é muito mais objectivo. Se o anterior poderia deixar a ideia de vir a ser criado um local de homenagem a Salazar, o nosso tem outra envolvente», garantiu.
A URAP tem acusado a autarquia de pretender criar no Vimieiro, nas casas da família de Salazar, que se encontram em ruínas, um «santuário» do regime fascista, deposto em 25 de Abril de 1974.
No entanto, a autarquia tem negado essa intenção, argumentando que estão até previstos espaços dedicados à luta antifascista, sobre pessoas que foram presas e torturadas pelo regime, e ao Estado Novo.
João Lourenço disse que, mesmo continuando a URAP a «tentar incomodar» o projecto, «não alterará em nada o que está preconizado para o local».
Aliás, o autarca avançou à Lusa que a declaração de utilidade pública que permitirá partir para a expropriação dos restantes dois terços dos bens da família do estadista deverá estar pronta até ao final do ano.
A autarquia tinha recebido em 2006, por doação de um dos herdeiros, um terço dos bens imóveis e continua a tentar chegar a acordo com outro herdeiro relativamente aos restantes dois terços.
No entanto, para o caso de a negociação falhar, a autarquia começou a mover um processo de expropriação por declaração de utilidade pública desse património.
A Direcção-Geral da Administração Local pediu entretanto novos documentos à autarquia, que já foram enviados, por isso João Lourenço está convencido que a declaração de utilidade pública será conseguida até ao final do ano.
Diário Digital / Lusa
11-07-2007 13:27:37
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pedro guina
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Nota Editorial
Hoje voltamos à "carga" um pouco devido à sempre preciosa ajuda dos nossos técnicos informáticos de confiança da "FozSistemas, Lda." de Quiaios, Figueira da Foz.
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domingo, 1 de Julho de 2007
Bombeiros precisam de ajuda!
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Militar da GNR morreu em acidente no IP-3
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